Você está aqui: Home»Passageiros»Uso de cinto em ônibus tem pouca fiscalização

Veja mais notícias

Terça, 24 Janeiro 2012

News image

Inter recebe ônibus da MAN

Terça, 24 Janeiro 2012

News image

Empresa de Viamão renova frota

Os oito passageiros que morreram no acidente na Rodovia Fernão Dias estavam sem cinto de segurança. Embora o uso seja obrigatório nos ônibus, a fiscalização da regra nesses veículos é difícil, segundo a Polícia Militar Rodoviária.

O uso do cinto de segurança, segundo o diretor do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da Associação Brasileira de Medicina no Trânsito (Abramet), Dirceu Rodrigues Alves Júnior, reduz em até 45% o risco de morte do motorista e em 25% dos passageiros. Segundo Alves, o cinto evita 100% das lesões no quadril, 60% na coluna e 56% na face.

"As pessoas que não estiverem presas ao veículo serão arremessadas para todos os lados, se tornando vítimas de lesões sérias e provocando ferimentos em outras. O cinto de segurança salva vidas", diz o chefe da Comunicação da Polícia Rodoviária Federal, Edson Varanda.

No ano passado, o Estado teve 639 acidentes com vítimas envolvendo ônibus, 164 a menos do que em 2008. No entanto, o número de mortes subiu de 147 para 151.

Todos os ônibus fabricados desde 1999 são obrigados a ter cinto para os passageiros. O uso só não é obrigatório em veículo em que é permitida viagem de pé. Caso haja descumprimento, o motorista é multado em R$ 127,69, independente do número de passageiros sem cinto.

No entanto, o chefe do Departamento de Comunicação da Polícia Militar Rodoviária, André Fernando Nogueira, diz que é difícil fiscalizar. "O policial precisa entrar no veículo para verificar se os passageiros estão usando o cinto."

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar