Foz do Iguaçu está entre principais atrativos brasileiros
Melhorias devem custar R$ 35 milhões
O “trade” turístico de Foz do Iguaçu (PR) se uniu para reivindicar da Infraero e do governo federal a inclusão de uma séria de obras no Aeroporto Internacional Cataratas, no PAC 2 ( segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento).
Em documento enviado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os representantes do turismo na região pedem “condições adequadas” ao terminal, para que possa atender à demanda crescente de passageiros, com mais conforto e segurança.
Além disso, o documento foi enviado à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, a outros ministros de Estado, e também aos presidentes da Infraero e da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac). As reivindicações apontam os custos previstos.
“Superamos sucessivamente nossos recordes de visitação nos últimos três anos, mas de pouco adianta tudo isso se a infraestrutura fundamental, da qual faz parte o aeroporto, não corresponder a esse esforço voltado ao crescimento do setor”, argumenta Felipe Gonzalez, secretário municipal de Turismo.
De acordo com Newton Paulo Angeli, presidente do Comtur (Conselho Municipal do Turismo), há mais de 15 anos as reformas no aeroporto são pleiteadas. “Projetos já foram feitos e entregues à Infraero, mas, até hoje, nada saiu do papel, por isso temos de nos mobilizar. Foz do Iguaçu perde muito se investimentos cruciais em infraestrutura, como as reformas do aeroporto e da Avenida Cataratas, não forem feitos rapidamente”, pondera.
Entre as solicitações, a principal delas é a reforma e ampliação do terminal de passageiros. Segundo executivos do setor turístico da região, as propostas incluem a construção de uma nova sala de embarque doméstico, com aproximadamente 600 metros quadrados, e a ampliação da sala de embarque internacional.
Há também a reivindicação pela ampliação da área de desembarque doméstico, com a instalação de novas esteiras para a restituição de bagagens, e a ampliação da área de check in, de 21 para 34 balcões. Segundo o levantamento realizado pelos executivos, essas obras têm custo previsto de R$ 35 milhões.