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Autopeças: comex favorece a Birktrans

Moeda em baixa estimula a compra externa



O cenário atual da economia brasileira está favorecendo os negócios da Birktrans, companhia especializada no agenciamento de cargas internacionais, principalmente no segmento de importação de autopeças. Segundo a empresa, o dólar baixo tem sido um dos principais pilares de sustentação para as operações no País.

Para Claudio Rubens, diretor da companhia, “este serviço tem aumentado gradativamente em razão do baixo custo dos produtos do exterior, bem como a concorrência cambial”. Segundo ele, representando 60% do volume total, a importação para o setor automotivo reflete a tendência do mercado, demonstrando que está mais atrativo trazer peças de fora para a montagem dos veículos.

A indústria local muitas vezes não alcança a competitividade e estimula a importação. Segundo a Abimaq (Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos), entre 2004 e 2010, o consumo interno de bens de média e alta tecnologia cresceu 76%, a produção somente 40% e as importações 177%.

Atualmente, 90% dos clientes estão nesse segmento de atuação. Entre eles, montadoras como a General Motors, Volkswagen e Fiat, além dos fornecedores Mahle, Metal Leve, Grupo Schaefflet, Cofap, Fras-le, ZF e TRW.

Para o executivo, a Birktrans oferece os melhores custos para importadores do País. "Tornamos nosso serviço competitivo para crescer ainda mais na logística de importação. Se o mercado procura as peças pelo baixo preço, também afinamos nosso serviço no mesmo ritmo, já atraindo pela qualidade da entrega", destacou.

Desembaraço

Com sedes próprias em Santos e São Paulo, a companhia conta com uma rede de agentes nas portas de entrada do comércio exterior, entre portos e aeroportos, o que, segundo a empresa, facilita a rápida atividade de desembaraço aduaneiro e recepção das cargas importadas.

"A produção automotiva e de equipamentos automotores não pode parar, pois atende a forte demanda interna brasileira. Porém a viabilização do comércio pede menores custos de produção, o que atrai o uso dos importados", finalizou o diretor.

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