Categoria: Aéreo Criado em Terça, 29 Novembro 2011 12:19 Escrito por Redação Webtranspo / Foto: Divulgação
Empresas podem explorar terminal por 28 anos
Nesta segunda-feira, 27, aconteceu a assinatura do contrato de concessão para a construção parcial, manutenção e exploração do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante (RN) pelo consórcio Inframérica, formado pelas companhias Infravix Participações S/A e Corporación América S/A.
Os trabalhos para o novo aeroporto, que constam no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), foram começados pela Infraero, que construiu a pista de pouso e decolagens e o pátio de aeronaves. No total, a empresa estatal está investindo R$ 174,44 milhões nas obras do terminal.
Os serviços foram divididos em duas fases, executadas em parceria com o Exército Brasileiro por meio de um Termo de Cooperação Técnico Financeira, sendo que a primeira etapa, que se encerrou neste ano, consistiu nas obras de desmatamento, terraplenagem, pavimentação, drenagem, proteção vegetal, sinalização horizontal e infraestrutura dos sistemas de auxílio e proteção ao voo.
No segundo momento, iniciado em maio deste ano, com conclusão prevista para novembro de 2013, os trabalhos serão destinados à terraplenagem das pistas de taxiamento e do pátio de aeronaves, além das instalações de infraestrutura de pátio e pista. Atualmente, 49% dos serviços do aeroporto já foram executados.
Gustavo do Vale, presidente da Infraero, destaca a importância das obras de São Gonçalo do Amarante para o setor aéreo nacional. “Essa é uma forma de reconhecimento do compromisso e da responsabilidade com o desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária assumidos por nossa empresa nos últimos anos”, declarou.
Com a concessão obtida, em um leilão pelo valor de R$ 170 milhões, o consórcio Inframérica poderá administrar o aeroporto por 28 anos, desses, três anos serão destinados à execução das obras e inicio das operações em São Gonçalo do Amarante, e o restante para exploração e manutenção. A prorrogação, deste acordo, pode ser de até cinco anos depois de encerrado o período previsto, após isso, o aeroporto retornará ao poder público.